• Michele Diniz

A história do crucifixo milagroso

Updated: Apr 28

Papa Francisco rezou pelo fim da pandemia diante do objeto religioso e emocionou fiéis Na última sexta-feira, 27, o Papa Francisco realizou uma bênção Urbi et Orbi, que significa "à cidade de Roma e ao mundo", e rezou pelo fim da pandemia do novo coronavírus diante do crucifixo da capela de San Marcello al Corso. O evento, que ocorre apenas na Páscoa e no Natal, aconteceu em caráter extraordinário. Conheça a história do crucifixo milagroso Na noite do dia 22 para o dia 23 de maio de 1519, a igreja de São Marcelo foi destruída por um incêndio violento, porém o crucifixo do altar principal ficou intacto. Quando encontrado por fiéis na manhã seguinte, ainda estava iluminado por uma lamparina que, embora atingida pelas chamas, ardia aos seus pés. Imediatamente, as pessoas disseram que aquilo era um milagre e muitas começaram a se reunir todas as sextas-feiras para rezar e acender velas aos pés da imagem de madeira. Tempos depois, no ano de 1522, quando Roma foi atingida por uma terrível peste, outro milagre foi atribuído ao crucifixo. Desesperados, os frades Servos de Maria decidiram levar, mesmo com a tentativa das autoridades de impedir para que não houvesse aglomerações e consequentemente um grande número de contágios, a peça religiosa em procissão penitencial da igreja de São Marcelo até a Basílica de São Pedro. Sob forte aclamação popular, o crucifixo milagroso percorreu toda a cidade de Roma em uma procissão que durou 16 dias. Quando a marcha chegou ao fim, a doença já tinha cessado por completo. Desde o ano de 1650, o crucifixo é levado até à Basílica de São Pedro.



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