“Felizes os que promovem a paz, porque serão chamados filhos de Deus" - Jesus Cristo

 

 

Em 07 de Abril de 2014, a TV Canção Nova entrevistou a colaboradora da Comunidade Empresário Cristão, Priscila Coelho (vídeo ao lado). Vinte anos de pesquisa e discussão já haviam se passado até chegarmos ao conceito de trabalho que foi apresentado nesta entrevista: organizar uma Comunidade de Relacionamento Sociocomercial, baseada em valores cristãos e amparada nas Leis vigentes em nosso país, que dê segurança aos participantes os quais procurem desenvolver suas relações com ética e que, em caso de conflitos, busquem soluções pacíficas e adequadas de resolução de conflitos. Uma semente que cultivada com amor e dando frutos, possa se tornar paradigma e ser disseminada por outras áreas de convivência social, nos guiando para uma Cultura da Paz. Assista, vale a pena.

É possível ser empresário, exercer suas atividades comerciais com ética e responsabilidade social, e em caso de eventuais conflitos, buscar resolver o problema de forma pacífica? E os consumidores que eventualmente passem por dificuldades, como o desemprego por exemplo, devem ter seus nomes lançados imediatamente nas listas de maus pagadores, sendo punidos pela eternidade?

As respostas a essas perguntas têm relação direta com o trabalho desenvolvido pelo Movimento Empresário Cristão. Defendemos o diálogo para a resolução de conflitos, porém, entendemos que toda e qualquer relação deve ser ética e pautada pelo respeito ao nosso próximo. Como dialogar com quem desrespeita nossos direitos sistematicamente e nos rouba até os sonhos?

A maioria das pessoas em nossa sociedade é honesta e correta, não corrompe, é solidária e caridosa. Poderíamos buscar os participantes e a mensagem principal para a formação desta rede social em diversos espaços, optamos, porém, em nos aproximar das comunidades religiosas sérias, as quais se constituem em ambiente propício para o convite àqueles que valorizam o respeito ao próximo, o diálogo e a busca por justiça social. Essas pessoas, devidamente capacitadas e atuando em conjunto com outros que comunguem dos mesmos valores, independente de suas crenças pessoais, podem ser agentes desta Cultura da Paz.

Como se pode notar, trata-se de um trabalho a ser realizado por toda a sociedade, tal qual um juiz que executa seu trabalho com amor e competência, contribuindo para mudar o destino de um país, cada um pode fazer a sua parte e ser tão ou mais importante nesta formação de uma sociedade baseada em princípios éticos, de paz e conciliação. O caminho é difícil, mas os objetivos podem se concretizar, só depende de nós.

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